Projetos
Apicultura 4.0
O Apicultura 4.0 é um projeto de desenvolvimento de sistemas de informação baseados em Inteligência Artificial para facilitar a certificação do mel orgânico. O projeto é desenvolvido em parceria com o Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional e com o Instituto Interamericano de Cooperação Agrícola (IICA) e visa mapear a cobertura vegetal de áreas dedicadas à apicultura para verificar se há contaminantes potenciais para o mel orgânico e ajudar o produtor à certificar seu mel gerando um diferencial de até 100% no preço do mel produzido.


AuQua
O Projeto AuQua desenvolve um sistema de assistência ao trabalhador usando inteligência aumentada para operações de montagem manual. Ele fornece instruções de montagem através de realidade aumentada (AR) e realiza testes automatizados em tempo real durante o processo. Utiliza um sistema de câmeras para criar instruções adaptativas, melhorando a precisão e eficiência. É acessível para pequenas e médias empresas, reduz custos de qualidade, permite a integração de trabalhadores menos qualificados e adapta-se continuamente às condições de trabalho. O projeto aplica AR e aprendizado de máquina para melhorar operações industriais e promover a inteligência aumentada.

Borá
A apicultura no Brasil, apesar de ser uma atividade econômica em grande expansão, por muitas vezes é tomada como atividade informal, familiar e secundária pelos produtores brasileiros e sofre com processos altamente manuais, em especial o monitoramento das colmeias, para assegurar o bem-estar das abelhas e a produtividade. O Borá é uma caixa de abelha Apis Melífera, automatizada, que traz a oportunidade de otimizar o manejo apícola através do desenvolvimento de produtos mecatrônicos e aplicação da Internet das Coisas (IoT). O projeto foi desenvolvido na disciplina de pós-graduação “Projeto de Produtos Mecatrônicos” e conta hoje com uma unidade do Borá para testes junto à Universidade Técnica Federal do Paraná (UTFPR).
Colóquio de gerenciamento de projetos
O Colóquio de Gerenciamento de Projetos é um evento científico organizado pelo GPIPP. Seu objetivo é disseminar e fomentar o conhecimento em gerenciamento de projetos, unindo o mundo acadêmico às melhores práticas gerenciais para aumentar a efetividade na gestão de projetos.
O evento conta com a presença de palestrantes renomados, com vasta experiência tanto em gerenciamento de projetos quanto em pesquisa acadêmica. Ele é destinado à comunidade acadêmica e professores, estudantes de diversos cursos, profissionais da área de gestão de projetos e todos aqueles que desejam obter melhores resultados em seus projetos.
Nas cinco edições realizadas desde 2019, o evento contou com a participação de pesquisadores da Poli-USP, UFRJ, Universidade do Minho, Universidade de Quebéc, entre outras.
Em geral, o evento tem periodicidade anual, ocorrendo em 1 ou 2 dias, a depender da edição, e oferece inscrição gratuita.
O evento conta com a presença de palestrantes renomados, com vasta experiência tanto em gerenciamento de projetos quanto em pesquisa acadêmica. Ele é destinado à comunidade acadêmica e professores, estudantes de diversos cursos, profissionais da área de gestão de projetos e todos aqueles que desejam obter melhores resultados em seus projetos.
Nas cinco edições realizadas desde 2019, o evento contou com a participação de pesquisadores da Poli-USP, UFRJ, Universidade do Minho, Universidade de Quebéc, entre outras.
Em geral, o evento tem periodicidade anual, ocorrendo em 1 ou 2 dias, a depender da edição, e oferece inscrição gratuita.


Ecossistemas de Inovação em Orgânicos do DF e RIDE
O projeto Ecossistemas de Inovação em Orgânicos do DF e RIDE visa reforçar as articulações entre os atores envolvidos na produção orgânica no DF e RIDE, assim como desenvolver tecnologias de equipamentos apropriados à produção orgânica e agroflorestal, softwares de comercialização e compilação de dados das cadeias produtivas de orgânicos do DF e RIDE, e bioinsumos apropriados à produção orgânica e de base agroflorestal no Cerrado. O projeto é desenvolvido com recursos da FAP-DF e conta com diversas parcerias regionais, nacionais e internacionais.
TICÊ
O projeto TICÊ desenvolveu um ventilador mecânico de baixo custo para responder à escassez durante a pandemia de COVID-19, quando muitos pacientes necessitavam de ventilação mecânica e os sistemas de saúde estavam sobrecarregados. O objetivo foi criar um ventilador acessível, seguro e eficaz, utilizando materiais de fácil acesso e com funcionalidades essenciais. O projeto envolveu a definição de componentes principais como válvulas, sensores, bateria, fonte, painel touch-screen e microcontrolador, além do desenvolvimento de partes estruturais e de fixação necessárias.
Um dos diferenciais do TICÊ foi a incorporação de um descontaminador de ar, permitindo que médicos e familiares acompanhassem o paciente sem risco de contaminação. Também foi desenvolvido um aplicativo de celular para monitoramento remoto das condições de ventilação e alarmes, junto com uma API e um software supervisório para calibração em ambiente fabril. O projeto resultou na construção e testes de protótipos, com validação realizada em laboratórios da UNB, hospital parceiro e USP São Carlos.
Além de criar um ventilador funcional, o projeto gerou vasta documentação técnica e científica, incluindo patentes, registros de software, artigos em revistas e congressos nacionais e internacionais, e uma dissertação de mestrado. Envolveu cerca de 30 alunos de graduação, mestrado e doutorado, proporcionando-lhes experiência prática em engenharia e resolução de problemas reais. O ventilador TICÊ, com custo entre 20 e 30 mil reais, representa uma solução economicamente viável em comparação com modelos de mercado, oferecendo uma resposta eficaz às necessidades emergenciais e potencial para futuras aplicações comerciais.
Um dos diferenciais do TICÊ foi a incorporação de um descontaminador de ar, permitindo que médicos e familiares acompanhassem o paciente sem risco de contaminação. Também foi desenvolvido um aplicativo de celular para monitoramento remoto das condições de ventilação e alarmes, junto com uma API e um software supervisório para calibração em ambiente fabril. O projeto resultou na construção e testes de protótipos, com validação realizada em laboratórios da UNB, hospital parceiro e USP São Carlos.
Além de criar um ventilador funcional, o projeto gerou vasta documentação técnica e científica, incluindo patentes, registros de software, artigos em revistas e congressos nacionais e internacionais, e uma dissertação de mestrado. Envolveu cerca de 30 alunos de graduação, mestrado e doutorado, proporcionando-lhes experiência prática em engenharia e resolução de problemas reais. O ventilador TICÊ, com custo entre 20 e 30 mil reais, representa uma solução economicamente viável em comparação com modelos de mercado, oferecendo uma resposta eficaz às necessidades emergenciais e potencial para futuras aplicações comerciais.
